
Amanda Beatriz Matos
Estagiária na i4t, cursando os últimos semestres de Engenharia de Computação na UFMS. Troquei de engenharia quando percebi que o que eu realmente gostava era mexer com sistemas, código e automação. Aqui, cada dia é um aprendizado novo.
01O início
Troquei de rota quando percebi
que era tecnologia.
Antes de cursar Engenharia de Computação, eu fazia outra engenharia — mais tradicional. Mas mesmo lá, tudo que me interessava estava voltado para computação: simulações, código, modelagem.
Quando percebi que não gostava tanto do curso em si, decidi recalcular a rota. Já era claro que o que me movia era mexer com sistemas e tecnologia. Entrei na Engenharia de Computação na UFMS e, nos últimos semestres, encontrei ainda mais afinidade com áreas como inteligência artificial e automação.
O que me
movia era
mexer
com
sistemas.
02Na i4t
Garantir que o produto
funcione de verdade.
Minhas funções giram principalmente em torno de testes — tanto automáticos, que rodam sem influência direta de pessoas, quanto manuais, em que eu mesma passo pela experiência do usuário para garantir que vamos entregar um produto de qualidade.
O que mais me surpreendeu ao entrar aqui foi o ambiente. Eu esperava algo mais fechado, mais engessado. Na prática, todo mundo conversa, discute, e o clima é aberto. Posso virar pro lado e pedir ajuda, trocar ideia sobre um bug, pensar junto.
A parte do trabalho que mais me move é que todo dia eu aprendo uma coisa nova — descubro algo que não tinha ideia, ou encontro um jeito diferente de entender por que algo está falhando. Isso me dá uma ansiedade boa de querer vir trabalhar e aprender mais.
Me orgulho especialmente do trabalho com os testes do Agente de Saúde da Áurea. Peguei essa frente do zero — toda a concepção, o funcionamento, o nível de entendimento que construí sobre o que está acontecendo ali. Quando vi tudo rodando perfeitamente, sem nenhum erro, a sensação foi muito boa.
Todo dia
aprendo
uma
coisa
nova.
03Visão de futuro
IA como ferramenta que
te alavanca.
Na faculdade, a gente ouve muitas restrições sobre inteligência artificial — não pode usar, não é para usar. Aqui, vi que a IA é tratada como ferramenta de verdade: te ajuda a aumentar a produtividade, a revisar código, a fazer coisas que no olho seriam muito difíceis. Isso abriu minha mente.
Não veio para substituir ninguém — veio para alavancar quem usa. Essa mudança de perspectiva foi muito positiva para mim, porque eu era meio encaixonada com a questão da IA antes de entrar aqui.
Daqui a cinco anos, quero continuar tendo esse contato próximo com os colegas — poder virar pro lado, pedir ajuda, conversar sobre o que está acontecendo. Esse ambiente produtivo e humano ao mesmo tempo é o que faz diferença.
Trabalhar
aqui
é
um
novo
aprendizado
cada
dia.
04Começar
Antes do agente, o método.
Toda transformação na i4t começa pelo Diagnóstico — a Fase Luz aplicada ao seu contexto, unindo método, engenharia e a arquitetura de agentes que sustenta cada entrega.
